Durante um bom tempo, falar de AMP no SEO era falar de vantagem competitiva. Quem adotava a tecnologia largava na frente no mobile, aparecia melhor nos resultados e entregava páginas absurdamente rápidas em comparação à média do mercado.


O contexto justificava. A web era pesada, pouco responsiva e mal otimizada. O AMP surgiu como uma solução quase emergencial para um problema estrutural.

O AMP foi criado justamente para simplificar o carregamento de páginas em dispositivos móveis, limitando recursos e eliminando excessos. Funcionou muito bem naquele contexto, mas hoje em dia talvez precise ser usado com um pensamento um pouco mais amplo de estratégia.


Isso porque o AMP não virou um problema, o cenário mudou. Vamos entender isso com mais calma no texto de hoje? 


Boa leitura! 

O Google mudou o critério. E isso muda tudo!


O ponto de virada aconteceu quando o Google deixou claro que o AMP não seria mais um requisito para destaque em áreas privilegiadas, como o Top Stories. Essa mudança foi amplamente divulgada e analisada por especialistas, incluindo o Search Engine Land. Na prática, o Google fez algo simples. Parou de premiar a tecnologia e passou a premiar o resultado.


Não importa mais como a página é construída. Importa como ela performa para o usuário. Essa virada é fundamental para entender o SEO moderno, onde o AMP deixou de ser atalho porque a experiência de página passou a ser alcançável por qualquer site bem feito.


Experiência de página virou o centro do SEO

Quando o Google atualizou oficialmente seus critérios de Page Experience, ficou claro que o foco estava em métricas reais de uso, não em soluções prontas.


De acordo com o próprio Google Developers, fatores como estabilidade visual, interatividade e tempo de resposta se tornaram centrais para avaliar a qualidade de uma página. Isso muda completamente o jogo. Um site pode ser rápido, mas se ele pula elementos na tela ou demora para responder ao toque, a experiência é ruim, e o Google, com toda certeza do mundo, percebe isso.


É aqui que o AMP no SEO perde força como diferencial e passa a ser apenas uma opção técnica entre muitas outras.


Web performance deixou de ser detalhe técnico


Um erro comum é tratar web performance como algo exclusivo de desenvolvedores, pois não se sustenta mais.

Performance impacta SEO, mas impacta também comportamento, conversão e percepção de marca. Um site lento não só ranqueia pior, ele também perde confiança, perde atenção e perde negócios.


Web performance é a capacidade de um site carregar e responder de forma eficiente, garantindo fluidez na navegação. Traduzindo para o negócio, isso significa menos fricção e mais resultado.


Hoje, um site bem otimizado pode atingir níveis de performance iguais ou superiores ao AMP sem abrir mão de identidade visual, tracking avançado ou flexibilidade estratégica.


O problema do AMP não é técnico. É estratégico


Tecnicamente, o AMP funciona, mas o que pesa contra ele são as limitações. Menos controle de layout, restrições de scripts, dificuldades de personalização e integração com ferramentas de marketing mais complexas. Para projetos que precisam evoluir continuamente, isso vira um freio.


Além disso, manter versões paralelas de páginas aumenta a complexidade, custos e risco de erro. Em SEO moderno, eficiência operacional também conta.

Por isso, o AMP deixou de ser uma escolha óbvia e passou a exigir análise. Não faz sentido adotar uma tecnologia apenas porque ela já foi prioridade no passado.


Quando o AMP ainda pode fazer sentido?


Ignorar completamente o AMP também não é estratégico.


Projetos muito focados em conteúdo, com alta dependência de tráfego mobile e baixa necessidade de personalização, ainda podem se beneficiar. Portais de notícia são o exemplo mais clássico disso.


Outro cenário é quando o site já nasceu em AMP, performa bem e não enfrenta limitações claras. Migrar só por tendência pode gerar mais prejuízo do que ganho.


O ponto central é entender que AMP no SEO hoje não é obrigação, mas sim contexto.


SEO moderno é saber escolher, não seguir fórmula


Essa é talvez a maior mudança dos últimos anos. O SEO deixou de ser um checklist técnico e virou um exercício constante de tomada de decisão. Cada projeto exige leitura de cenário, análise de concorrência, entendimento de público e alinhamento com objetivos reais de negócio.


O Google deixou isso claro ao abandonar soluções únicas e priorizar sinais de experiência real. Quem ainda trata SEO como receita pronta está sempre correndo atrás.


Onde a W51 entra nessa equação?


É exatamente nesse nível de complexidade que muitas empresas travam.

Decidir entre AMP, otimização tradicional, refatoração técnica ou mudança de arquitetura não é algo que se resolve com tutorial e exige visão estratégica, domínio técnico e leitura de impacto no negócio.


Na W51, SEO nunca é tratado como tarefa isolada. Ele conversa com performance, UX, conteúdo e conversão, onde nosso time analisa o cenário completo antes de definir qualquer caminho técnico.


Às vezes o AMP faz sentido, mas em muitos casos, não. O que importa é escolher a solução que sustenta crescimento real, não apenas métricas bonitas.


AMP não acabou, foi o SEO amadureceu


O AMP teve seu papel e cumpriu bem sua função, mas o SEO moderno exige mais maturidade, mais contexto e menos automatismo.


Hoje, quem se destaca é quem entende o problema antes de escolher a solução. Quem olha para experiência, performance e estratégia como um conjunto.


Se o seu site precisa evoluir em SEO técnico, performance ou tomada de decisão estratégica, a W51 está pronta para assumir esse desafio.


Entre em contato com nosso time e um especialista do nosso time vai analisar o cenário do seu negócio e construir a melhor estratégia possível para você.